Cartilha dá dicas para quem vai ao exterior a trabalho

Não sair do Brasil sem contrato e visto de trabalho, não assinar contratos em língua estrangeira sem saber exatamente o que está escrito, não entregar o passaporte em troca de passagens. As recomendações parecem óbvias, mas são esses os principais problemas enfrentados por brasileiros que vão trabalhar no exterior e depois se veem em situações de quase escravidão. Ontem, o Itamaraty lançou uma cartilha para tentar evitar que cada vez mais jovens brasileiros se vejam em países estrangeiros sozinhos, sem dinheiro e sem condições de voltar para casa.

O Estado de S.Paulo

30 de maio de 2012 | 03h03

O alvo principal são jovens modelos e jogadores de futebol, mas também professores de danças típicas, capoeiristas e até churrasqueiros, atraídos por promessas de trabalhos e bons ganhos. Cada vez mais, embaixadas e consulados no exterior recebem brasileiros em situações desesperadoras. "Nos últimos três anos, nós temos o registro de pouco mais de cem casos. E é apenas a ponta do iceberg. Muitos não procuram a embaixada", explica a diretora do Departamento de Políticas Consulares e de Brasileiros no Exterior, Luíza Lopes da Silva. /L.P.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.