CARNAVAL O Anhembi pertence às mais belas mulheres

Por mais que haja gente que veja o carnaval para conferir as alegorias, uns que gostem de ouvir a bateria e outros que prefiram a ala das baianas, o que todo mundo quer saber é como estão as mulheres. Passistas mais importantes dos desfiles, musas e rainhas dão seus toques pessoais às condições ditadas pelas escolas.

O Estado de S.Paulo

20 de fevereiro de 2012 | 03h03

O grande destaque entre as musas de bateria foi Aline Oliveira, da Mocidade Alegre. Tocou percussão com o restante da ala, sambou no asfalto e deu show em uma plataforma elevada sobre os bateristas.

Na Gaviões da Fiel, Sabrina Sato veio à frente do carro alegórico que trazia a imagem do ex-presidente Lula, e arrastou um batalhão de cinegrafistas e fotógrafos durante todo seu percurso.

A minúscula fantasia de Cacau Colucci, de 30 anos, que saiu pela Dragões da Real, valorizou o corpo da ex-BBB. Mas as sandálias da musa se soltaram durante o desfile. Ela compensou com o sorriso que conquistou a arquibancada.

Já a ex-panicat Tânia Oliveira, da Tom Maior, estava ansiosa para sua estreia como rainha de bateria. "Não estou com um nó na garganta, estou com uma melancia na garganta", disse ela. "Faz dois dias que não durmo."

Viviane Araújo, por outro lado, foi rainha da Mancha Verde pela sexta vez seguida. E o tempo parece não passar para a veterana, que conseguiu levantar o Anhembi com o sol já raiando.

Outra que é quase sinônimo da escola é Ellen Roche, da Rosas. A homenagem era para Roberto Justus, mas na arquibancada todos queriam mesmo era ver a musa, que veio com os cabelos escuros. / BRUNO RIBEIRO, DIEGO ZANCHETTA e RODRIGO BRANCATELLI

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