Carlos, pai de adolescente ameaçado de morte em 2008

1. Como foi o processo para que seu filho conseguisse proteção? Foi dificílimo e trouxe transtornos sérios não só para mim, mas para toda a família. Para que ele conseguisse ajuda, tive de me pronunciar e tomar a frente da situação. Para que ele fosse levado para um órgão de proteção, precisamos de muito suor, sofremos muitas ameaças e contamos com a ajuda de amigos e da imprensa.

O Estado de S.Paulo

06 de novembro de 2012 | 02h03

2.E como está agora a vida de todos vocês? Saí da minha cidade por seis meses, mas decidi voltar porque não posso fugir para sempre. Meus outros filhos também se mudaram e tiveram de reconstruir a vida. O meu filho que precisou da proteção está bem. Ele já está ressocializado, mas nos falamos apenas por telefone e e-mail. Acho que precaução nunca é demais. /J.D.

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