Carcaças de pneus na pista

RODOVIA CASTELO BRANCO - COLINAS

O Estado de S.Paulo

06 Março 2013 | 02h03

Em 7/10/2012, ao voltar para São Paulo pela Rodovia Castelo Branco, fui surpreendido por uma ressolagem de pneu de caminhão na pista. Sem conseguir desviar, o carro colidiu fortemente com o objeto, mas, por sorte, não havia carros próximos e ninguém se feriu. No entanto, o para-choque dianteiro do meu carro sofreu avarias e fui reivindicar o reembolso na concessionária, já que, por negligência do sistema de vigilância (há câmeras e um veículo de vistoria que faz a ronda), um acidente tinha acontecido. Enviei toda a documentação necessária, mas, muito tempo depois, recebi uma carta da Colinas com a negativa do meu pedido, sob a justificativa de que a ronda da concessionária tinha respeitado o itinerário naquele dia, um absurdo! Refaço o trajeto com frequência e observo pedaços de pneus no acostamento e, ainda, carcaças de pneus no meio da pista.

FABIANO AUGUSTO DOMEZI / TATUÍ

A Rodovias das Colinas informa que, na data citada, os funcionários do guincho da concessionária primeiro recolheram a ressolagem da pista para evitar novos acidentes e depois prestaram auxílio mecânico ao leitor. Este é o procedimento em todos os acionamentos. Afirma que tem obrigação contratual para que no prazo máximo de 120 minutos a inspeção de tráfego passe pelo mesmo ponto na rodovia. Infelizmente, fatos como o relatado poderiam ser evitados, se o motorista do caminhão de onde se desprendeu a carcaça tivesse avisado a concessionária. Informa que irá revisar o processo e contatar o leitor.

O leitor comenta: Insisto na reclamação por utilizar a rodovia semanalmente e não constatar a devida segurança alegada.

PINHEIROS

Bar aberto dia e noite

Na Rua Mourato Coelho há um bar (Copo a Copo, n.º 621/629) que fica aberto dia e noite, fazendo barulho e deixando sujeira. Os frequentadores gritam, falam palavrões e não são incomuns situações constrangedoras. Além disso, o referido bar amontoa engradados de cerveja na rua, impedindo a livre circulação dos pedestres. Já registrei reclamação no Psiu da Prefeitura, mas nada foi feito. É lamentável a omissão da Subprefeitura Pinheiros.

ALMIR DE MATOS / SÃO PAULO

O Programa de Silêncio Urbano (Psiu) informa que o bar citado já foi vistoriado diversas vezes, sendo o estabelecimento multado e lacrado em duas ocasiões por desrespeitar a Lei do Silêncio. Informa que irá programar uma vistoria no local e, constatadas as irregularidades, as ações previstas em lei serão aplicadas.

O leitor reclama: A resposta é incoerente e chega a ser ridícula, pois o estabelecimento não só continua funcionando, como está em reforma para, quem sabe, receber mais gente e expandir a baderna. Quando será essa nova vistoria? Reafirmo o descaso do poder público com centenas de moradores.

TELEFÔNICA/VIVO

Serviço vendido não existe

Assinei o Vivo Speedy 10 mega por sugestão da própria empresa. A velocidade na região, porém, não passa de 300 KBPS, longe da irrisória meta da Anatel de 10%. Meu problema, e razão da denúncia, não é a velocidade em si da conexão, mas o fato de terem vendido o que não podem oferecer.

SANTIAGO SAADIA / CARAPICUÍBA

A Telefônica/Vivo informa que fez testes no Vivo Speedy do leitor e o serviço está funcionando normalmente, na velocidade disponível no local, conforme previsto no contrato.

O leitor reclama: A empresa não responde ao principal questionamento da reclamação: foi-me vendido um plano de internet de 10 mega de velocidade, quando eles estavam cientes de que, na região, somente havia disponibilidade para 1 mega de velocidade. Como a Telefônica/Vivo vende o que não tem ou, ainda, vende e não entrega? Leniente, a Anatel permite que a empresa entregue apenas 10% da velocidade contratada, mas, no meu caso, nem isso fizeram. Cancelei o serviço!

CAMPO BELO

'Apagões' frequentes

O leitor Waldemar Kunsch (São Paulo Reclama, ed. de 28/2, pág. C2) está coberto de razão. Moro no Campo Belo e sofro com constantes apagões no meu quarteirão (Ruas João de Souza Dias, Constantino de Souza e Edson e Avenida Vereador José Diniz). O último apagão, há duas semanas, durou quase 12 horas! Concordo que o problema seja estrutural, pois, com frequência, os transformadores estouram. Já fiquei três dias sem energia, o que não me parece uma situação normal.

ANA PAULA DE CAMPOS SALLES / SÃO PAULO

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