'Capacete salvou meu marido', diz mulher de analista baleado

Homem que levou tiro de raspão na cabeça durante assalto recebeu alta e passa bem; bandidos estão foragidos

José Dacauaziliqua, do Jornal da Tarde,

04 de dezembro de 2007 | 16h54

A estudante de Ciências Contábeis Priscila Aureliano, 29 anos, mulher do analista de sistemas Aroldo Batista Gravi, de 37, baleado em frente à Faculdade Sumaré na noite de segunda-feira, 3, afirmou que seu marido foi "salvo pelo capacete" que usava. "Pensei que ele estava morto após levar um tiro na cabeça", disse.    Homem é baleado na porta de faculdade em SP   Por volta das 23 horas de segunda, Gravi esperava pela mulher, que estuda na faculdade, quando foi abordado por dois bandidos em outra moto. O garupa desceu e, armado, exigiu que a vítima entregasse o veículo. "Ele não reagiu. Nem tinha motivo para reagir, pois a moto estava no seguro", contou Priscila. Mesmo assim os assaltantes dispararam três tiros, mas apenas um o atingiu, de raspão, na cabeça, que era protegida pelo capacete.   Os ladrões fugiram levando a moto. O veículo foi encontrado por volta da 1 hora desta terça na Rua Comendador Feiz Zarzur, em Pirituba, região noroeste da capital. Levado ao Hospital da Clínicas, Gravi recebeu alta na manhã desta terça. Segundo sua mulher, o analista de sistemas passa bem. "Ele nasceu de novo", completou.   A dupla de assaltantes seguia foragida na tarde desta terça. As imagens gravadas pelo sistema de segurança da faculdade devem ajudar nas investigações sobre o assalto.   (Colaborou Solange Spigliatti, do estadao.com.br)

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