Canteiros foram cimentados

CORTE IRREGULAR DE ÁRVORES

O Estado de S.Paulo

17 Abril 2012 | 03h02

Há exatamente um ano enviei e-mail ao jornal denunciando o corte irregular de 12 árvores das Ruas Sampson, Joli e Euclides da Cunha, no Brás. A Subprefeitura Mooca informou na época (25/5/2011), que as remoções tinham sido irregulares e que elas seriam plantadas em junho daquele ano. Passados 10 meses, nenhuma das 12 árvores foi replantada nos locais indicados. O prefeito Kassab, a Secretaria do Verde e Meio Ambiente e a Subprefeitura Mooca mentiram, vergonhosamente.

FLAVIO MARCUS JULIANO / SÃO PAULO

A Subprefeitura Mooca informa que foram plantadas 12 árvores no ano passado nas Ruas Sampson, Joli e Dr. Euclides da Cunha, que faziam parte do Termo de Compensação Ambiental assinado com a Dersa para minimizar o déficit de áreas verdes no distrito do Brás, assim como outras ações de arborização já realizadas. Por causa do constante vandalismo, as árvores não sobreviveram. Em junho do ano passado a Prefeitura repôs as espécies, inclusive plantando mais 2 unidades, completando 15 árvores nas ruas indicadas, mas novamente por causa de atos de vandalismo, do total de mudas plantadas, apenas 4 sobreviveram. A subprefeitura informa que pedirá à Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente que solicite novamente à Dersa a reposição das mudas em questão.

O leitor desmente: Não é verdade que as 12 árvores foram arrancadas por vandalismo, pois os respectivos canteiros foram cimentados. Em abril de 2011 avisei que as árvores haviam sido arrancadas e a Prefeitura prometeu repô-las na 1.ª semana de junho, o que nunca aconteceu. Até hoje, dez meses após a promessa, o local permanece sem as árvores.

RAPIDEZ DOS CORREIOS

Serviço de dar inveja

Uma sobrinha veio da Suíça a São Paulo e trouxe seu computador, pois tinha trabalho para concluir. Logo percebeu que havia esquecido o fio do aparelho. Como o valor dele aqui era 3 vezes mais do que lá, pediu à mãe que o enviasse pelos Correios. A encomenda saiu de Genebra, em 15/3, com previsão de chegar em até 5 dias úteis. Soubemos que o fio chegou ao Brasil no dia 23/3, mas ficou retido na Polícia Federal. Será que não perceberam que era fio usado? Mais uma vergonha que passamos! E se a encomenda chegar depois que ela for embora?

MARIA JOSÉ GUEDES G. FERREIRA / SÃO PAULO

A Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Metropolitana informa que, após os trâmites aduaneiros, a encomenda foi entregue à destinatária em 5/4.

A leitora ironiza: A encomenda chegou depois de 22 dias, embora fosse prioritária, na véspera de a minha sobrinha retornar.

O DIPLOMA NUNCA CHEGA

Comunicação difícil

Terminei a graduação na Fundação Escola de Sociologia e Política (Fesp) no segundo semestre de 2009, mas até hoje não consegui obter o meu diploma. A faculdade tem me tratado com descaso e falta de respeito. Liguei na USP e fui informada de que não há nenhuma solicitação de documento em meu nome. Peço ajuda, pois não sei mais a quem recorrer!

VANILZA FONSECA PAULO

/ SÃO PAULO

A Fesp informa que o registro do diploma da ex-aluna está em processo de finalização na Universidade de São Paulo (USP). Em contato telefônico com o técnico responsável na USP, a fundação foi informada de que o Registro do Diploma deverá estar disponível nos próximos dias.

A leitora avalia: Essa resposta já me foi dada incontáveis vezes pela instituição, por que deveria eu acreditar nesta última? Levo em conta também o tempo decorrido para a entrega do meu diploma, dois anos, para mim, é má-fé.

SÓ REZANDO

Chuva e falta de energia

Há anos, quando começam os relâmpagos e os trovões prenunciando uma chuvarada, já preparo os fósforos e as velas. Não moro no interior do Piauí nem no meio da Amazônia, mas num bairro dE classe média alta paulistana, o Pacaembu. Na semana passada houve dois temporais e o resultado foram 14 horas sem energia. Não há para quem reclamar de tamanha incompetência. Na AES Eletropaulo não é possível falar nem com um atendente, pois as informações vêm por torpedos. Se ainda tivessem caído árvores, postes, mas, não, apenas água. Como nenhum serviço eficiente de manutenção das arcaicas instalações elétricas existentes é exigido da concessionária, a solução é mesmo rezar.

VICTOR GERMANO PEREIRA

/ SÃO PAULO

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