AP
AP

Cantareira sobe, mas três sistemas hídricos caem em São Paulo

Principal manancial está com 19,4% da capacidade ou, segundo novo cálculo, 15%; outros dois reservatórios se mantiveram estáveis

O Estado de S. Paulo

06 Abril 2015 | 09h05

SÃO PAULO - Dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) mostram que o nível do Sistema Cantareira subiu 0,1 ponto porcentual nesta segunda-feira, 6. O volume do manancial que abastece cerca de 6,5 milhões de pessoas na Grande São Paulo conta agora com 19,4% de sua capacidade, ante 19,3% no domingo, 5.

Segundo a Sabesp, foram registrados 9,3 milímetros de chuva na região. Pelo cálculo novo da Sabesp, o Cantareira também subiu 0,1 ponto porcentual, atingindo a marca de 15%. Há algumas semanas, a Sabesp passou a divulgar um novo cálculo para a contagem da reserva do Cantareira, após pressão do Ministério Público Estadual. 

Na prática, tanto a antiga metodologia quanto a nova consideram o mesmo volume de água armazenada: 150,6 bilhões de litros. O que muda é a base de comparação. Na antiga, a divisão é feita entre o volume armazenado e o útil. Na nova, os dois são auferidos.

Outros mananciais. Apesar dessa elevação no Cantareira, outros três reservatórios hídricos da Região Metropolitana de São Paulo tiveram queda entre um dia e outro.

No Guarapiranga, houve a maior variação, situação agravada pela falta de chuva. Ali, o volume armazenado baixou de 84,6% para 84,3%. Tampouco choveu nas imediações dos Sistemas Rio Grande e Rio Claro. No primeiro, as represas baixaram de 96,3% de reserva para 96,1%. No outro, de 42,8% para 42,6%.

Por sua vez, os Sistemas Alto Tietê e Alto Cotia mantiveram-se estáveis em 22,3% e 64,8%, respectivamente.

Mais conteúdo sobre:
Sistema Cantareira Sabesp crise da água

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.