Paulo Whitaker/Reuters
Paulo Whitaker/Reuters

Cantareira fica estável pelo 2º dia consecutivo

Manancial opera com 19,5% de água represada; governo Alckmin já havia afirmado que não esperava aumento de volume tão cedo

O Estado de S. Paulo

28 de maio de 2015 | 09h29

SÃO PAULO - O Sistema Cantareira, que abastece cerca de 5,4 milhões de pessoas na capital e na Grande São Paulo, registrou estabilidade em seu volume pelo segundo dia consecutivo. O manancial opera com 19,5% de água represada. É o que mostram os dados divulgados diariamente pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

Na última semana, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) já havia afirmado que o Palácio dos Bandeirantes não espera aumento no nível de água do manancial. Segundo a companhia, o total de água armazenada, considerando os dois volumes mortos que ficam abaixo das comportas e precisam ser bombeados, é de 191,6 bilhões de litros. 

Na última semana do mês, o Cantareira teve baixo índice de chuvas - a média de pluviometria para o mês é de 78,2 milímetros, mas até agora choveu apenas 47,3 mm.

Outros mananciais.  O Guarapiranga voltou a cair 0,3 ponto porcentual e agora opera com 80,9%. A represa hoje fornece água para mais pessoas do que o Cantareira - 5,6 milhões de habitantes. É o 11º dia consecutivo que o manancial perde volume, acumulando um total de 138,5 bilhões de litros de água.

Com exceção do Alto Cotia, que ficou estável em 68%, todos os outros mananciais registraram queda. Rio Grande perdeu 0,3 ponto porcentual e está em 94,2%. Rio Claro caiu 0,2 ponto e opera com 56,3%. Já o Alto Tietê está com 22,5%, 0,1 ponto porcentual a menos do que no dia anterior. 

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