Nacho Doce/Reuters
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Cantareira fica estável; outros quatro sistemas de abastecimento caem

Manancial, que já opera com duas cotas do volume morto adicionadas no ano passado, está com 19,6% de sua capacidade

O Estado de S. Paulo

25 de maio de 2015 | 09h42

SÃO PAULO - O Sistema Cantareira, que abastece 5,4 milhões de pessoas na capital e Grande São Paulo, ficou estável nesta segunda-feira, 25. O manancial, que já opera com duas cotas do volume morto adicionadas no ano passado, está com 19,6% de sua capacidade - no domingo, havia registrado queda de 0,1 ponto porcentual após sete dias estável. É o que mostram os dados divulgados diariamente pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

O índice tradicionalmente divulgado pela Sabesp considera cotas de volume morto de 182,5 bilhões de litros de água e de 105 bilhões de litros, adicionadas no ano passado. Já de acordo com o segundo o cálculo negativo do sistema, o Cantareira permanece em - 9,7%.

No terceiro conceito, o manancial opera com 15,1% da capacidade, mesmo índice do dia anterior. Esse cálculo divide o volume armazenado no Cantareira pelo volume total (volume útil mais duas cotas de volume morto).

No período houve chuva de 0,2 mm sobre o Cantareira. A pluviometria acumulada no mês é de 45,6 mm, ante uma média histórica de 78,2 mm para maio.

Outros mananciais. Praticamente todos os outros reservatórios registraram queda no período. Só o Alto Cotia ficou estável em 68,2%. Rio Claro teve a maior queda porcentual - 0,2 ponto - e opera com 56,7% de sua capacidade. Alto Tietê (22,8%), Guarapiranga (81,4%) e Rio Grande (95%) tiveram diminuição de 0,1 ponto porcentual.

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