Sérgio Castro/Estadão
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Cantareira fica estável; Guarapiranga tem 10ª alta consecutiva

Principal manancial de São Paulo está com 17,2% da capacidade; já o sistema localizado na zona sul da capital paulista, com 85,9%

Felipe Cordeiro, O Estado de S. Paulo

11 Novembro 2015 | 10h29

SÃO PAULO - Sem registro de chuva nas últimas 24 horas, o nível do Sistema Cantareira, o principal manancial de abastecimento da capital paulista e da Grande São Paulo, ficou estável nesta quarta-feira, 11, segundo relatório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Outros dois mananciais mantiveram o volume de água, enquanto três tiveram aumento.

Responsável por abastecer 5,2 milhões de pessoas, o Cantareira opera com 17,2% da capacidade, mesmo índice desta terça-feira, 10. O porcentual considera duas cotas de volume morto, adicionadas no ano passado, como se fossem volume útil do sistema. O manancial registrou queda pela última vez no dia 26 de outubro. Na ocasião, o nível  desceu 0,1 ponto, de 15,7% para 15,6%. 

Apesar de não ter chovido sobre os reservatórios que compõem o manancial, a precipitação acumulada em novembro já soma 74,4 mm, acima do esperado caso a média histórica de 5,3 mm por dia estivesse se repetindo.

De acordo com o índice negativo, que passou a ser divulgado após decisão judicial, o Cantareira também ficou estável, com -12,1% da capacidade. Já pelo terceiro porcentual divulgado, o sistema se manteve em 13,3%.

Outros mananciais. Atualmente responsável por abastecer o maior número de pessoas na região metropolitana (5,8 milhões), o Guarapiranga registrou o décimo aumento consecutivo nesta quarta-feira. O manancial está com 85,9% do volume de água represada, ante 85,8% no dia anterior. O nível do Rio Claro também subiu 0,1 ponto porcentual e variou de 58,5% para 58,6%.

Proporcionalmente, o manancial que mais avançou nesta quarta-feira foi o Alto Cotia. O sistema está com 70,4% da capacidade, 0,2 ponto porcentual a mais do que na terça-feira.

Já o Alto Tietê interrompeu uma sequência de nove altas seguidas e estacionou em 15,3% da capacidade. Esse cálculo leva em conta um volume morto, acrescentado no ano passado. Outro manancial que ficou estável foi o Rio Grande, com 92,4% da capacidade.

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