Cadastro falso e cobranças

EMBRATEL/CLARO TV

O Estado de S.Paulo

19 de setembro de 2012 | 03h03

Em 10 de agosto apareceu em minha conta corrente um débito automático da Claro TV no valor de R$ 17,70. Depois, surgiu outro débito de R$ 49,90 programado para 10 de setembro. O problema é que nunca tive qualquer assinatura da Claro TV. Liguei na empresa e registrei quatro protocolos, mas o caso não foi solucionado. Sempre que ligo tenho de explicar novamente a história. Informei que fui furtado no ano passado e que alguém poderia ter feito um cadastro em meu nome e até perguntei se queriam uma cópia do B.O. para comprovar que nada tenho a ver com a Claro TV. Por duas vezes prometeram um retorno em 48 horas, mas percebi que não há comprometimento por parte dessa empresa em resolver o problema.

CLÁUDIO SEMMLER / SÃO PAULO

A Embratel informa que já está providenciando o reembolso, que será creditado conforme data acordada com o cliente.

O leitor reclama: Eles me ligaram na sexta-feira e no sábado, dizendo que identificaram o erro e que iriam me reembolsar. Estou aguardando o reembolso até agora. No entanto, ontem de manhã uma funcionária da Claro TV me ligou dizendo que ou eu ou meu filho (tenho um filho de dois anos) tínhamos entrado em contato com a empresa solicitando a reativação da assinatura de TV. Expliquei, mais uma vez, o problema e que só estava aguardando um reembolso. Agora fiquei preocupado de novo, pois a pessoa que fez o cadastro em meu nome deve ter ficado sem a assinatura de TV e ligou se passando por mim para reativar o serviço!

VILA OLÍMPIA

Ar-condicionado ruidoso

Há um ano e meio reclamei do barulho de um sistema de ar-condicionado de um edifício comercial. Todos os dias, às 7 horas, o ar-condicionado é ligado e ninguém mais tem sossego. O edifício está localizado na Rua Senegâmbia, 263, na Vila Olímpia. Na época, a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, por meio do Programa de Silencio Urbano (Psiu), informou que o local seria vistoriado. No entanto, a Prefeitura não deu mais satisfação e o barulho continua!

CLÉCIO MAYRINK / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, por meio do Psiu, esclarece que o endereço citado será vistoriado nesta semana.

O leitor relata: Até o momento, não houve vistoria e o ruído continua. Anteontem, às 7 horas, era impossível dormir por causa do barulho do referido ar-condicionado.

UNICID

Nome na Serasa sem aviso

A Universidade Cidade de São Paulo (Unicid) mandou para a Serasa o nome do meu filho por causa de uma pendência de R$ 98,18. O fato é que não fomos informados dessa dívida e nunca ninguém da Unicid ligou para cobrá-la. Ocorreu o seguinte: quando paguei o boleto do mês de junho apareceu automaticamente um desconto de R$ 98,18. Achei que era um desconto devido, concedido por sempre ter pago as mensalidades em dia. Para nossa surpresa, recebemos uma carta informando que o nome do meu filho seria negativado. Que estrago!

NEUSA MARIA NEME / SÃO PAULO

A Unicid diz que desconhece o motivo do pagamento com desconto e que o contrato de prestação de serviços prevê o envio de títulos vencidos para escritório especializado e para órgãos de proteção ao crédito. Afirma que a Serasa, antes de efetivar a inclusão do nome no cadastro ativo, envia aviso para que se possa regularizar a pendência. Desta forma, o aluno foi contatado antes de ter o nome negativado, mas não regularizou o débito. Informa que o débito já foi regularizado e o nome, retirado da Serasa.

A leitora contesta: Quero que a universidade prove que houve o contato com o aluno. Mentira deslavada!

CENTRO DE SÃO PAULO

Luz branca ou amarela?

Sobre a reclamação da troca da iluminação no centro da cidade pela Prefeitura (São Paulo Reclama, edição de 14/9, pág. C2), feita pelo leitor sr. Ricardo Nabarro, cabe lembrar que esta troca ainda provoca outro problema: a luz branca atrai siriris (ou aleluias), insetos que são a forma alada de devastadores cupins. Na Europa, monumentos e prédios históricos normalmente são iluminados com lâmpadas de vapor de sódio, amareladas, que evitam a aproximação desses indesejáveis insetos. Por que a Prefeitura gasta dinheiro sem avaliar aspectos tão importantes?

MARCIA DE CARVALHO SANTOS / SÃO PAULO

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