Caçambas e muita sujeira

EDIFÍCIO NO ITAIM BIBI

O Estado de S.Paulo

01 de novembro de 2012 | 02h02

A falta de civilidade dos cidadãos e a absoluta falta de fiscalização da Prefeitura são de assombrar qualquer um em São Paulo. Fico revoltado com a sujeira continuamente deixada pelos responsáveis do Edifício New Century - que fica na Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 758 -, na Avenida Horácio Lafer, em frente ao n.º 123/120. O local está permanentemente em obras e o lixo é despejado na frente das residências dos outros. Fazem uma sujeira enorme e demoram para retirar as caçambas lotadas. Isso vem se repetindo há mais de um ano. Na madrugada do dia 14/10 simplesmente instalaram quatro caçambas no local e, durante o domingo, começaram a enchê-las com restos de gesso cartonado. Ficou uma imundície! Onde está a bandeira de cidade limpa defendida pela Prefeitura? Por que temos de viver com vista para o lixo dos outros?

LADISLAU A. BATHO / SÃO PAULO

A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) diz que agentes apreenderam uma caçamba em situação irregular na Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr. e aplicaram uma multa à caçamba estacionada na Av. Horácio Lafer, por não adotar precauções na carga/descarga. Os responsáveis pelo edifício citado foram orientados sobre a legislação referente ao uso de caçambas. A região continuará sob monitoramento para inibir e coibir irregularidades com caçambas.

O leitor reclama: Embora este edifício tenha uma longa calçada, as caçambas são colocadas na frente de outros prédios. E não há a mínima preocupação com a imundície que fica. Espero que a Amlurb seja mais objetiva e firme no enquadramento.

TELEFÔNICA/VIVO - 1

Cabos velhos e linha muda

Em 15/10 minha linha fixa da Telefônica/Vivo completou uma semana sem funcionar. Tenho vários protocolos de atendimento pelo serviço 10315, alguns deles interrompidos antes de finalizar o procedimento. Um dos atendentes disse que o problema não era na linha e que eu deveria verificar a instalação interna. Chamei um eletricista, que constatou que o defeito era, sim, na linha. Depois vieram uns técnicos da Telefônica com a promessa de que a linha voltaria a funcionar em algumas horas, o que não ocorreu. Solicitei todas as gravações para fundamentar um eventual processo. Como é possível que uma empresa desse porte não consiga consertar uma linha telefônica em 7 dias?

CÉLIA CYMBALISTA / SÃO PAULO

A Telefônica/Vivo informa que, após visita técnica, foi detectado defeito na linha. O problema foi solucionado e a linha funciona normalmente. A cliente será ressarcida, em conta futura, referente ao período de inoperância da linha. Esclarece que a leitora desconsiderou o pedido de gravações, já que o problema foi solucionado.

A leitora informa: Não é verdade que abri mão das gravações. A interlocutora da Telefônica/Vivo que me procurou perguntou se eu queria solicitá-las. Respondi que não, pois já as pedira e esperava que chegassem pelos Correios. Ou seja, não abri mão delas, apenas não queria solicitar duas vezes. O caso em questão foi sanado, mas soube pelos vários técnicos que o problema está no cabeamento, que é muito velho e cheio de gambiarras.

TELEFÔNICA/VIVO - 2

Fibra óptica não funciona

No começo deste ano troquei o velho Speedy pelo serviço de fibra óptica da Telefônica/Vivo. O motivo da migração foi a promessa de um serviço mais rápido, de melhor qualidade e mais barato. Ocorre que desde julho o Vivo Speedy Fibra simplesmente cai sem previsão de restabelecimento. Fiquei do dia 19 de setembro ao dia 4 de outubro sem internet, porque o serviço parou de funcionar. Após inúmeras ligações ao SAC e infinitos números de protocolos, recebi em casa mais de dez equipes de manutenção. Os técnicos verificaram o cabeamento, tanto domiciliar quanto condominial, e chegaram à mesma conclusão: o sinal não está chegando e o problema vem da rua.

DAVID P. PACHECO E SILVA

/ SÃO PAULO

A Telefônica/Vivo informa que, após visita técnica, foi constatado defeito na linha. O reparo foi efetuado e o serviço fibra banda larga está funcionando normalmente. O cliente será ressarcido em conta futura referente ao período de inoperância do serviço.

O leitor reclama: A resposta é simplista e não confere com a realidade. Para eles, o ressarcimento pelo tempo de inoperância do serviço é uma grande benesse. Ora, foram mais de 29 dias sem o serviço. O suporte do serviço é deficiente e a prestadora não está empenhada em resolver o caso com celeridade.

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