Brasília: morte de ex-ministro tem outra versão

Os assassinatos do ex-ministro do TSE José Guilherme Villela, da mulher e da empregada ganharam ontem nova versão. Leonardo Campos Alves, ex-porteiro do prédio onde as vítimas morreram, em 2009, que havia confessado as mortes, disse à polícia que a mandante foi a filha do casal, Adriana Villela.

Vannildo Mendes / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

25 de novembro de 2010 | 00h00

Alves afirmou que não participou diretamente da execução e deu o nome de mais um criminoso, Francisco Naérlio, de 22 anos, preso ontem.

Para o promotor Maurício Miranda, a nova versão reforça a tese, da qual está convencido, de que Adriana teve envolvimento direto na execução dos pais. "Ela tinha relação conflituosa com os pais por disputa de dinheiro e a perícia encontrou digitais dela no apartamento datadas do dia do crime", disse. Adriana nega.

Versões. Até agora, a polícia deu quatro versões diferentes para o crime, prendeu dez suspeitos - depois soltos por falta de provas - e trocou a investigação de mãos três vezes entre delegacias.

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