Brasileiros confiam mais em bombeiros

Os brasileiros acreditam mais em seus profissionais e organizações que americanos, europeus, indianos e colombianos. Os índices de confiança são até 41% superiores na comparação entre 20 categorias. Em comum, a alta credibilidade dos bombeiros, carteiros, professores, médicos e Exército, além da descrença nos políticos. É o que aponta a pesquisa do grupo alemão GfK, quarta maior empresa de pesquisa de mercado do mundo, que será divulgada hoje.

Damaris Giuliana, O Estado de S.Paulo

09 de junho de 2010 | 00h00

Os bombeiros conquistaram mais credibilidade entre brasileiros e estrangeiros, com elevação de 4% e 2% nos índices, consecutivamente, e mantiveram-se como os profissionais mais confiáveis do mundo, com 98% de aceitação no Brasil e 94% no exterior, na comparação com 2009.

Houve queda de confiança nos jornalistas, de 79% para 76% - a categoria ocupa agora o 6.° lugar no ranking -, e nos políticos brasileiros, de 16% para 11% - últimos colocados. Embora em outros países o índice de confiança nos jornalistas permaneça em 41%, a categoria caiu para a 12.ª colocação no ranking internacional, que também traz os políticos em último, com 14%.

A confiança nos policiais subiu de 61% para 75%, elevando-os ao 5.º lugar - foi a que mais cresceu em porcentagem no ranking internacional. No Brasil, o índice passou de 48% para 51%, mantendo-os em 15.º.

Os executivos de banco formam a categoria com maior crescimento no índice de confiança no País: 9% - passaram de 38% para 47%, mas ocupam o penúltimo lugar. No exterior, a elevação na confiança desses executivos foi de 5% - passou de 37% para 42%, ocupando a 11.ª colocação.

Instituições religiosas ocupam a 8.ª colocação nos dois rankings, mas têm 70% de credibilidade entre brasileiros e 58% entre estrangeiros. A maior discrepância é em relação aos publicitários, com 71% e 29%, respectivamente.

O grupo GfK consultou 18.800 pessoas em 20 países. No Brasil, foram mil entrevistados.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.