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Brasileiro relaxa na segurança quando está fora do País

Análise: Andrea Nakane

É COORDENADORA DO CURSO DE TURISMO DA , UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI, O Estado de S.Paulo

20 de maio de 2012 | 03h07

Quando viajamos, temos comportamentos que deixam claro a todos que somos turistas, como mapas nas mãos e máquinas fotográficas no peito. Isso não é privilégio nacional. Mas, nesse momento de contraste da estabilidade da economia brasileira com a crise mundial, passamos a ser vitrine, alvo. A sensação de que estamos no paraíso, com dinheiro para consumir de tudo um pouco, nos faz relaxar nos cuidados com segurança e, consequentemente, abrimos brecha para ladrões. O fato é que, quando saímos do País, nos sentimos mais seguros e não agimos como no Brasil, preocupados com roubos em semáforos ou com carros trancados.

A concentração desse público ávido por compras facilita a ação dos assaltantes em outlets. Ainda mais porque o turista brasileiro costuma andar em grupo, falar alto, conversar nas lojas. Esse lado extrovertido é facilitador. Diante das ocorrências registradas por lá, é preciso seguir dicas de segurança básicas, como não andar com muito dinheiro vivo, deixar as bolsas sempre visíveis, usar os guarda-volumes nos outlets e não deixar todas as compras para o mesmo dia.

Ter mais atenção em viagens nacionais ou internacionais pode não evitar roubos e furtos, mas certamente reduz as chances, especialmente em Miami e Orlando.

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