Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

Bombeiros atingem subsolo de prédio que desabou no centro de SP

Local é um dos com maior chance de ter 'células de sobrevivência' no meio dos escombros

Isabela Palhares, O Estado de S.Paulo

09 Maio 2018 | 10h42

SÃO PAULO - O Corpo de bombeiros atingiu na madrugada desta quarta-feira, 9, o primeiro subsolo do prédio Wilton Paes de Almeida, que desabou. Segundo o capitão Marcos Palumbo, neste pavimento há chance de serem encontradas "células de sobrevivência".

"Até agora não encontramos, mas ainda temos muitas escavações a fazer nesse ponto porque ainda podemos encontrar alguma célula", disse Palumbo. Engenheiros e funcionários da Defesa Civil já haviam dito que a estrutura do subsolo não foi danificada com o desabamento, por isso, poderiam ter sido formado bolsões.

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Segundo Palumbo, as retroescavadeiras são paralisadas sempre que há indícios de presença humana. "Se encontramos roupas, eletrodomésticos, elas param para que possamos analisar". Ele diz que já foram retiradas 2 mil toneladas de entulho.

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Desde terça-feira o local dos escombros está com um odor bastante forte. Segundo Palumbo, o odor pode ser confundido com o de corpos em decomposição, mas ainda não é possível confirmar a sua procedência. "O edifício tinha muito lixo. É preciso observar com muita atenção o que foi removido e que pode ter restos de comida, lixo doméstico. Esse odor pode ser confundido, mas até o momento não temos nenhuma alteração no quadro, nenhuma nova vítima foi localizada "

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