Bola nega ter executado Eliza e ex do goleiro admite que mentiu à polícia

Acusado de ser o executor de Eliza Samudio - ex-amante do goleiro Bruno Fernandes -, o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, negou ontem no Fórum de Contagem (MG) as acusações e alegou que, em 10 de junho - quando Eliza teria sido morta -, estava em uma aula. Disse ter sido "torturado psicologicamente" pelo delegado Edson Moreira, com quem afirmou ter rixa desde o início dos anos 1980, quando era aluno da Academia de Polícia Civil de Minas. "É meu inimigo e me ameaçou de morte." Moreira não comentou as afirmações. A ex-namorada de Bruno Fernanda Gomes Castro admitiu ter mentido quando disse à polícia que nunca tinha visto Eliza. Afirmou que conheceu a jovem quando ela foi à casa do goleiro no Rio, em 5 de junho. E se justificou dizendo que estava "desesperada" e queria provar sua inocência.

, O Estado de S.Paulo

13 de novembro de 2010 | 00h00

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