Bloco gay tem clima de pegação na noite de Pinheiros

Mais de 6 mil foliões acompanham primeira edição do bloco da Gambiarra

Edgar Maciel, O Estado de S. Paulo

09 Fevereiro 2015 | 00h02

Uma das baladas gays mais famosas de São Paulo decidiu por o trio elétrico na rua nesse pré-carnaval de São Paulo. A Gambiarra, organizada por um grupo de artistas, fechou os desfiles de blocos de rua deste fim de semana. A festa, que só acabou às 23h, reuniu cerca de 6,5 mil pessoas, segundo a Polícia Militar.

A Avenida Paulo VI foi parcialmente bloqueada para o desfile. Embalados por marchinhas de carnaval e músicas que fizeram sucesso em carnavais passados, o clima é de paquerar e pegação, bem diferente dos desfiles diurnos. "A ideia é fazer uma grande balada na rua, com a mesma pegada que fazemos tradicionalmente nas noites de São Paulo e Rio de Janeiro", conta o DJ Miro Rizzo. 

Troca de olhares e o tradicional chaveco ao pé do ouvido são as armas usadas por Gustavo Brandão, de 26 anos, para paquerar durante o bloco. "O carnaval está recém começando, mas sem dúvida aqui é o melhor lugar pra conseguir conhecer alguém é brincar um pouco", disse.

Alexandra Garcia trouxe os dois filhos, de 12 e 8 anos, para aproveitar o bloco. Moradora do bairro de Pinheiros, comemora o número de opções de blocos na cidade. "Tem coisa melhor do que no fim de um domingo poder ir pra rua com seus filhos, com segurança, e pular Carnaval?", comemorou.

Até as 23h o trio elétrico percorreu ruas do bairro de Pinheiros e terminou a festa em frente à Praça Benedito Calixto, onde a Gambiarra realiza sua balada de domingo, no espaço Open Bar.

 

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