Biocombustível será 'crítico', aponta IPCC

Biocombustíveis, como o etanol que o Brasil produz a partir da cana-de-açúcar, terão "papel crítico" na substituição de combustíveis fósseis e na luta contra o aquecimento global, afirmam os experts do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas. A menção explícita consta do rascunho do relatório sobre mitigação do efeito estufa, cujo conteúdo definitivo será revelado hoje por acadêmicos e delegados governamentais reunidos em Berlim.

ANDREI NETTO, ENVIADO ESPECIAL / BERLIM, O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2014 | 02h06

O Estado consultou parte das 29 páginas do documento. Uma das preocupações é "descarbonizar" o transporte, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa, resultantes em grande parte da queima de combustíveis fósseis, como os derivados de petróleo.

O problema dos "assentamentos urbanos" e do transporte de pessoas e de cargas é um dos centros de interesse do relatório do grupo de trabalho. Nos últimos dois séculos e meio, 2 mil gigatoneladas de gases de efeito estufa foram parar na atmosfera. Metade disso foi só nos últimos 40 anos.

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