Bilhete não existia

RESERVA DE VOO DA TAM

O Estado de S.Paulo

05 Setembro 2012 | 03h05

Em junho fui para o Peru por vias terrestres e comprei uma passagem de volta para São Paulo a partir de Cuzco, pela TAM, para o dia 14. Quando fui ao guichê para pegar o bilhete, fui surpreendido pela informação de que não havia nenhum em meu nome. Liguei para a TAM Internacional e tive de ouvir que não havia bilhete emitido com o meu número de reserva e que eu deveria ter verificado se havia débitos em meu cartão relativos à compra (depois vi que sim). A atendente avisou que não poderia fazer mais nada. Isso me causou vários transtornos. Tive de passar o dia todo correndo atrás de uma passagem aérea, gastei com internet, almoço, lanche e uma passagem de mais de R$ 2 mil para o Brasil. Quantos desavisados não são submetidos a esse tratamento do tipo "o problema é seu"?

ELZIO NUNES DE MATTOS FILHO / SÃO PAULO

A TAM, por meio do Fale com o Presidente, serviço de atendimento ao cliente, entrou em contato por e-mail com o sr. Mattos Filho para informá-lo de que está aguardando alguns esclarecimentos internos para prosseguir com a análise e concluir o caso. O cliente pode acompanhar o seu processo pelo site www.tam.com.br, na área 'Contato', no item 'Minhas Solicitações'.

O leitor revela: A TAM me respondeu em 7/9 propondo a reabertura da reserva no valor de US$ 549,5, fora as taxas e, num texto pouco claro, era para eu observar a diferença do valor do dia. Ou seja, querem que eu pague mais R$ 1.500 e me prometem devolver R$ 521. A empresa me obriga a passar pelo constrangimento de recorrer à Justiça para reparar um abuso!

CAÇAMBAS DE ENTULHO

Desrespeito à lei

Em 8/5 fiz uma reclamação à Prefeitura de São Paulo a respeito do tráfego intenso de caminhões de caçambas de entulho na minha rua, e até o momento nada foi feito. Os veículos continuam a trafegar pela via a qualquer horário, destruindo calçadas e oferecendo riscos aos moradores. Até quando?

MARCOS ORESTES / SÃO PAULO

A CET informa que o transporte de caçamba feito por caminhões é considerado uma excepcionalidade pelas regras de restrição ao trânsito desse tipo de veículo hoje em vigor, tendo seu acesso liberado nesses locais onde o trânsito de caminhões é proibido. Reitera que caminhões de caçambas devem respeitar as disposições previstas em legislação específica. O Decreto Municipal nº 49.801/08 estabelece a liberação do trânsito do caminhão para a remoção de entulho e transporte de caçambas de 2ª a 6ª-feira, no período das 10 às 16 horas; e aos sábados, das 10 às 14 horas, na Zona de Máxima Restrição de Circulação. Portarias da Secretaria Municipal de Transportes (SMT) regulamentam a liberação deste tipo de transporte nesses mesmos dias e horários, em diversas Vias Estruturais Restritas da cidade. Lembra por fim que o serviço de caçambas é uma atividade de parte do processo da construção civil, constituindo a etapa do recolhimento de resíduos de obras, no qual participam a acomodação, reciclagem e destinação dos produtos para reciclagem.

O leitor reclama: Se a CET tivesse pelo menos verificado minha reclamação, veria que é exatamente pela falta de respeito ao horário. Na rua onde moro não tem hora para os caminhões trafegarem, fora os estragos nas calçadas e os riscos aos moradores. O que nós moradores queremos é fiscalização.

VILA MARIANA

Ruas abandonadas

Com relação à carta do leitor sr. Marcus Coltro (ed. de 31/8, C2), sobre o mau estado de conservação das ruas e calçadas da Vila Mariana, tudo o que relatou é verdade. Moro na região e as Ruas Souza Ramos, Capitão Rosendo, São Samuel, Thirso Martins e José Taufik Soubhia estão abandonadas. Esta última é uma mescla de paralelepípedo, asfalto e buracos (onde a água se acumula após a chuva). Nessa rua as calçadas têm 85 cm de largura e a rua é estreita e sem saída, portanto, tem tudo para ser e é abandonada pela Prefeitura. Os pedestres brigam por espaço com árvores plantadas inadequadamente, cestas de coleta de lixo e vasos enormes. Cachorros são levados para passear sem coleira ou guia e a sujeira fica na nossa porta. Carros são estacionados dos dois lados da rua, em rebaixamento e muitas vezes impedem a passagem do trânsito local. Na semana passada, por duas vezes a CET teve de chamar o guincho para liberar o trânsito local (ficamos mais de 4 horas sem poder sair de nossas casas). Espero que, com o relato, a Subprefeitura Vila Mariana envie fiscais para analisar o local e buscar uma solução para o problema.

M. P. S. / SÃO PAULO

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