Bebê agredido em Jundiaí respira sem a ajuda de aparelhos

Criança de 1 ano e 2 meses que foi agredida junto com a mãe continua na UTI, mas não corre risco de morrer

Solange Spigliatti, estadao.com.br

19 Março 2009 | 12h49

O bebê de 1 ano e 2 meses internado no Hospital Universitário de Jundiaí após ser violentamente agredido passa bem e respira sem ajuda de aparelhos. Apesar de seu quadro de saúde, ele continua internado na UTI pediátrica, segundo boletim divulgado no fim da manhã desta quinta-feira, 19.

 

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De acordo com a assessoria do hospital, a criança foi reavaliada nesta manhã e está sendo acompanhada por uma junta médica. Ele não corre risco de morrer. Ainda não há previsão para alta, de acordo com o boletim.

 

Ele foi internado na quarta-feira, 18, após ser agredido, junto com sua mãe. Luciana Barbosa, de 18 anos, foi contratada por Valdecina Alves de Almeida, de 33 anos, para ser babá. A chefe de Luciana a agrediu e também violentou o bebê.

 

Segundo a polícia, o bebê vinha sendo espancado havia vários dias. Ele deu entrada no hospital com traumatismo craniano, escoriações, queimaduras e hematomas por todo o corpo, principalmente nas costas, cabeça e rosto. A criança, que chegou ao hospital com os cabelos raspados, passará por uma nova avaliação, ainda na manhã desta quinta, por vários médicos, entre eles pediatra, oftalmologista e cirurgião.

De acordo com a assessoria, a mãe da criança também apresentava hematomas, principalmente no olho. Ela passou por avaliação médica e foi liberada. A mãe está na casa de uma vizinha e deve voltar ao hospital para uma nova avaliação e visitar o filho.

 

Valdecina foi presa em flagrante na noite de quinta por tentativa de homicídio e encaminhada à cadeia feminina de Itupeva, onde permanece à disposição da Justiça.

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