Bateria de faculdade toca hino considerado racista e sexista

Conhecida como 'Batesão', o grito de guerra da Medicina de Ribeirão Preto tem termos como 'preta imunda' e 'morena gostosa'

Rene Moreira, Especial para O Estado

11 de novembro de 2014 | 22h06

Uma música tocada pela bateria dos alunos da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto provocou polêmica nas redes sociais. Conhecida como “Batesão”, o grito de guerra da Medicina tem termos como “preta imunda” e “morena gostosa”.

A direção da faculdade divulgou ontem uma nota lamentando a existência de um hino considerado racista. A faculdade alega que desconhecia a música.

A diretoria informou ainda que o hino não é utilizado pela bateria nos eventos oficiais. “O que pode ser apurado, preliminarmente, é que se trata de uma publicação feita por alguns alunos”, disse em nota oficial. Integrantes da bateria da Medicina divulgaram um texto nas redes sociais pedindo desculpas e garantindo ser contra qualquer forma de discriminação.


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