Batalhão matou 60 em 7 meses

Até julho deste ano, as equipes das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) se envolveram em ações violentas com intensidade não vista desde 2006, ano dos ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC). Conforme levantamento do Estado, publicado no dia 13, entre janeiro e julho, os confrontos com a Rota terminaram com 60 mortos - sete a menos do que em 2006.

O Estado de S.Paulo

27 Setembro 2012 | 03h04

Naquele ano, no entanto, os homicídios se concentraram em maio, mês dos ataques da facção criminosa, quando 47 pessoas foram mortas. Em maio deste ano, o Batalhão de Choque deixou um rastro de 17 mortos, em casos classificados pela Corregedoria da PM como resistências. É o número mais elevado em um único mês desde agosto de 2006, quando foram registrados 18 homicídios dessa natureza - ainda reflexo dos ataques do PCC.

Foi ainda em maio deste ano que a Rota, na tentativa de frustrar uma reunião sobre o resgate de um preso, trocou tiros com integrantes do PCC, na Penha, zona leste. Ao todo, seis suspeitos foram mortos. O caso veio à tona porque foi presenciado por uma testemunha.

Vale também destacar julho, período em que policiais militares em serviço (incluindo a Rota) mais mataram na capital nos últimos três anos.

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