Barulho sem fim e lixo

VIZINHO INCÔMODO NA RUA CATUMBI

O Estado de S.Paulo

08 de maio de 2012 | 03h03

Tenho um histórico de reclamações referente ao imóvel vizinho ao condomínio onde moro, na Rua Catumbi, ocupado pela Superintendência de Usina de Asfalto da Prefeitura. Já reclamei no Psiu, na Prefeitura e de nada adiantou. O barulho começa antes das 6 horas e vai além das 23h30, todos os dias da semana e até em feriados. Sem contar o lixão em que o local se tornou. A situação é insustentável.

MARISA SANTO SUOSSO / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informa, por meio da Superintendência de Usina de Asfalto (SPUA), que, por necessidade operacional, foram transferidos temporariamente para aquele espaço da usina alguns materiais. Esclarece que já adotou as medidas necessárias para a reorganização do espaço, que deverão estar concluídas até o dia 5 de maio. E que a SPUA adota todos os procedimentos necessários para evitar problemas para residentes e frequentadores daquela região.

A leitora contesta: O barulho de caminhões e funcionários continua, sem hora para terminar. Fico espantada com a resposta. Ora, a montanha de resíduos, lixo e sucata aumenta a cada dia e estamos reclamando disso há mais de três meses. É temporário? Temos escolas, creches e casas na região, onde ratos, baratas, pernilongos e mosquitos estão por toda parte, já que também se formaram focos de água parada. É espantoso a Prefeitura instalar esse tipo de depósito em local residencial e ainda dizer que adota os procedimentos necessários para evitar problemas. Poupe-nos desta besteira!

TAM FIDELIDADE

Resgatar pontos compensa?

Fui comprar uma passagem aérea usando pontos do cartão de crédito, do qual a TAM é parceira. Consegui comprar o trecho de ida, mas, ao tentar comprar a volta, a exigência era de 180 mil pontos (US$ 180 mil em compras). Pediram-nos para tentar em outros dias, pois poderiam abrir vagas com quantidade de pontos menor. Tentamos, mas o preço da passagem só subia. Acabei desistindo e comprei a passagem de volta. Detalhe: paguei 100 mil pontos pela ida e R$ 6.084 pela volta. Se tivesse comprado ida e volta, sem pontos, gastaria R$ 6.500.

GARY SCHULZE / SÃO PAULO

A TAM esclarece que, para voos internacionais (EUA e Europa), havia limitação de oferta de assentos para a emissão de passagens com pontos. Conforme a época e a expectativa de demanda, os lugares variavam muito. A pedidos, diz que criou as classes irrestritas, em que é possível emitir um bilhete com pontos em qualquer voo e em qualquer época, desde que haja lugar disponível. Essas classes irrestritas exigem pontuação superior. Ressalta que as tarifas restritas continuam sendo colocadas à disposição, conforme análise que estabelece cotas de lugares de acordo com voo, dia da semana, horário e época do ano.

O leitor reclama: A TAM não explica a condição para emitir uma passagem com pontuação. Para as tarifas restritas, eles não indicam de quantos assentos dispõem. As regras não são claras e a chance de conseguir esses assentos deve ser zero. Sinto-me lesado. O que a TAM não entende é o quanto ela frustra a expectativa do cliente. É um verdadeiro antimarketing essa propaganda enganosa e mal-intencionada.

TELEFÔNICA/VIVO

Sem linha e sem explicação

Nossa empresa possui linha da Telefônica/Vivo. Em 24/4, pela manhã, ficamos sem sinal. Abrimos um chamado às 8h20 e disseram que, entre duas e três horas, mandariam um técnico. O técnico apareceu só às 16h30 e constatou que nada poderia ser feito localmente. Ligamos novamente para ter uma previsão de restabelecimento dos serviços, mas nada nos foi passado. Solicitamos a transferência temporária das chamadas para outra linha telefônica ou que colocassem algum tipo de mensagem para alertar nossos clientes e fornecedores, mas também nos negaram.

UMBERTO BEER / SÃO PAULO

A Telefônica/Vivo informa que a linha do leitor está funcionando normalmente. Diz, ainda, que o cliente será ressarcido de valor proporcional ao período em que o serviço apresentou problema.

O leitor critica: O problema foi solucionado após 10 dias sem linha telefônica. Além disso, a Telefônica/Vivo em momento nenhum informou qual foi o problema e não passou qualquer previsão para o restabelecimento do serviço nos inúmeros contatos feitos. Eles parecem acreditar que um desconto é suficiente para cobrir todos os prejuízos causados.

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