Barreiras espantam até noivos de igreja

Quem convive com o entra e sai de operários e caminhões carregando e descarregando material conta os dias para retomar a rotina. Moradores reclamam do barulho e comerciantes somam prejuízos. Na região de Moema e da Vila Nova Conceição, na zona sul, as interdições prejudicam o movimento de restaurantes e comércio em geral.

O Estado de S.Paulo

01 de dezembro de 2012 | 02h03

O acesso aos estabelecimentos ficou complicado até para pedestres. "Nossa rua é uma travessa da Avenida Ibirapuera, mas ficou sem saída, por causa dos bloqueios. Com isso, muita gente nem consegue chegar", diz o gerente de um restaurante japonês na Avenida Divino Salvador.

Na vizinhança, até o movimento de fiéis nas missas de domingo caiu por causa das obras. A secretária Denise Soares, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no Largo de Moema, conta que a marcação de casamentos também diminuiu. "Os noivos procuram a gente, mas acabam desistindo quando notam os bloqueios em volta da paróquia."

Além da dificuldade encontrada para chegar à igreja, há problemas também para estacionar no seu entorno. "Tivemos de fazer um abaixo-assinado para a CET liberar um retorno na frente da entrada principal para atender as noivas. Também conseguimos a liberação de vagas para carros na praça." /A.F.

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