Banco próximo à Unicamp é isolado após suspeita de bomba

Vigilante teria chegado para trabalhar com explosivos amarrados ao corpo; Gate retirou os materiais e prendeu o homem

Lucas Sampaio, Especial para O Estado

23 Abril 2015 | 11h46

Atualizada às 15h59

CAMPINAS - Uma agência bancária próxima à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi isolada e o comércio no entorno, fechado, por causa de uma suspeita de bomba nesta quinta-feira, 23. Um vigilante deitou-se em frente à agência vestido com um colete, onde supostamente estariam amarrados os explosivos. Após ação do Grupo de Ações Táticas Especial (Gate), o homem foi detido. 

A agência do Itaú fica na avenida principal de Barão Geraldo, distrito de Campinas onde fica a universidade. Um perímetro de segurança de ao menos seis quarteirões foi feito pelas polícias Civil e Militar, além da Guarda Municipal. 

Por volta das 12h, uma equipe do Gate chegou de helicóptero ao local.  O grupo retirou o artefato preso ao corpo do vigilante e constatou que não era explosivo. O homem foi algemado, levado para receber atendimento médico e, posteriormente, seria ouvido pela Polícia Civil. Há a suspeita que o trabalhador possa ter forjado o próprio sequestro.

Segundo informações da polícia, ele teria sido sequestrado na noite desta quarta e ido trabalhar nesta quinta pela manhã com os explosivos amarrados ao corpo e um celular com os supostos criminosos na linha. 

O funcionário chegou antes da abertura da agência e entregou o telefone para o gerente, segundo a PM, que falou com os supostos criminosos. Eles teriam pedido que o cofre fosse aberto, mas o gerente resolveu acionar a polícia. O estabelecimento foi esvaziado. Ninguém ficou ferido.

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