REUTERS / Paulo Whitaker
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Banco Mundial vai financiar obras hídricas no valor de R$ 156 mi

Maior parcela será destinada à interligação da Billings, considerada a ação emergencial mais importante para evitar o rodízio de água

Cláudia Trevisan , CORRESPONDENTE

11 de maio de 2015 | 21h17

WASHINGTON - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta segunda-feira, 11, em visita a Washington (EUA), que obteve financiamento de R$ 156 milhões do Banco Mundial para a construção de quatro obras de produção de água e saneamento básico no Estado. A maior parcela, no valor de R$ 49 milhões, será destinada à interligação das Represas Billings (Sistema Rio Grande) e Taiaçupeba (Alto Tietê), considerada a ação emergencial mais importante para evitar o rodízio na Grande São Paulo. 

Orçada em R$ 130 milhões, a obra teve início na semana passada, após três meses de atraso, e deve ser concluída em setembro. Com ela, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) pretende ampliar em 4 mil litros por segundo a produção do Alto Tietê e reduzir a dependência do Sistema Cantareira. 


Mais R$ 42 milhões se destinam à ampliação da capacidade de tratamento de água do Guarapiranga, também para o enfrentamento da crise, obra prevista para julho. Outros R$ 45 milhões vão financiar a instalação de coletores para retirada de esgoto da Billings, e R$ 20 milhões para a substituição de vasos sanitários e reparos hidráulicos de conjuntos habitacionais antigos. 

Apesar de ressaltar que os projetos serão concluídos durante o atual período seco, Alckmin não descartou a possibilidade de rodízio. “A gente tem de ser sempre cauteloso. Trabalhar muito e prometer menos.”

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