Baleado na cabeça, guarda que fez ex-mulher refém vai para UTI

Ele passou por cirurgia na Santa Casa de Araçatuba e seu estado é considerado grave

Priscila Trindade, Central de Notícias

02 Dezembro 2010 | 14h31

SÃO PAULO - O ex-guarda municipal Moacir Gonçalves de Oliveira, de 46 anos, que foi atingido por um disparo na cabeça após manter a ex-mulher refém, em Araçatuba, no interior de São Paulo, passou por uma cirurgia e foi encaminhado em estado grave para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa da cidade.

 

Ele foi baleado após a Polícia Militar invadir o local onde Márcia Westpal Mello, de 41 anos, era mantida refém. Ela ficou em poder do ex-marido das 11 horas de quarta-feira até as 8h30 desta quinta-feira, 2. O Corpo de Bombeiros informou que ela recebeu atendimento médico e passa bem. A vítima não foi ferida.

 

O ex-guarda chegou no final da manhã de ontem ao Centro de Especialidades Odontológicas da Prefeitura de Araçatuba com uma mochila. Ele entrou na sala onde Márcia estava e trancou a porta. Assustados, os demais funcionários saíram do prédio e acionaram a PM. Oliveira, que estaria inconformado com o fim da união do casal, ameaçou colocar fogo no local e matar Márcia. Ele portava uma arma de fogo e duas garrafas pet com gasolina.

 

O prédio, localizado na Rua Saldanha Marinho, foi cercado por policiais da 1ª Companhia do 2º Batalhão do Interior e do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate). Os agentes tentaram negociar a libertação da refém.

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