Thiago Teixeira/AE
Thiago Teixeira/AE

Aviões da Vasp começam a ser desmontados em Congonhas

Sete Boeings e dois Airbus ocupam áreas de 170 mil metros quadrados do aeroporto

Marcela Bourroul Gonsalves, estadão.com.br

23 de agosto de 2011 | 17h14

SÃO PAULO - Os nove aviões da extinta empresa aérea Vasp, estacionados há seis anos no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, começaram a ser desmontados nesta terça-feira, 23. Segundo a equipe da Infraero, hoje apenas uma aeronave recebeu intervenção como demonstração. Foi estabelecido um prazo de 20 dias para que o trabalho seja concluído.

Entre os nove aviões sucata estão sete Boeings 737-200 e dois Airbus A-300, que ocupam uma áreas de 170 mil metros quadrados do aeroporto. Eles serão leiloados e o primeiro lote deve sair em cerca de 60 dias, segundo informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O valor obtido com o leilão será destinado à massa falida da Vasp, ou seja, aos credores da companhia habilitados no processo judicial de falência. Outra possibilidade de destinação de aeronaves são museus, que poderão adquiri-las a preços simbólicos, como o Museu Asas de um Sonho, situado na cidade de São Carlos, no interior de São Paulo.

A Vasp teve a falência decretada em 2008, mas os aviões já estavam parados e sem peças há pelo menos três anos antes disso, de acordo com o CNJ. Ao todo, existem 27 aeronaves da companhia paradas em aeroportos brasileiros.

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