Avenida Sumaré mudou paisagem

Quem passa hoje pela Avenida Sumaré, na zona oeste da capital paulista, não imagina como era a paisagem da região até os anos 1960. Ali, existiam só fazendas e chácaras. Pouco a pouco, elas foram vendidas à Companhia City, responsável pelos planos de ocupação da área. "Construa seu lar no Pacaembu", sugeriam os anúncios publicados no Estado em 1937.

O Estado de S.Paulo

14 de dezembro de 2012 | 02h05

Casarões foram construídos no local, que era conhecido como Grande Vale. Por ali, passava o Córrego Água Branca, afluente do Rio Tietê. "Uma nova avenida cortará os bairros de Sumaré e Perdizes. O projeto da Avenida Sumaré acaba de ser refeito na Prefeitura", noticiou o jornal em 25 de fevereiro de 1945.

Por volta de 1965, os casarões da esquina com a Rua Turiaçu foram demolidos. O córrego foi canalizado para a construção de um canteiro central arborizado e foram iniciadas as obras de pavimentação da via - inaugurada pelo prefeito Faria Lima no dia 1.º de abril de 1969, com 2.500 m de extensão e duas pistas de 10,5 m. A ligação com a Avenida Henrique Schaumann, com o nome de Avenida Paulo VI, foi feita nos anos 1970. / ROSE SACONI

História: Até os anos 1960, região que conhecida como Grande Vale era formada por fazendas e casarões

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.