Avanço de calçada em Moema

TRÁFEGO PIORA EM BAIRRO RESIDENCIAL

O Estado de S.Paulo

18 Janeiro 2013 | 02h00

Registro minha indignação com o que está ocorrendo em uma rua em Moema, a Rua Henrique Martins, entre as Ruas Bento de Andrade e Fernandes Borges. Em toda a sua extensão, foram criadas "subcalçadas", no formato de "ilhas", no meio da rua, nos dois lados da via. Em alguns trechos, essas "ilhas" estão quase uma em frente à outra, o que faz com que um carro tenha de esperar o outro passar para depois seguir. Não consigo entender o motivo. São Paulo já está com o trânsito caótico e essas "ilhas" estão dificultando ainda mais o fluxo.

MARCIA ANDRADE / SÃO PAULO

A CET informa que as obras que estão sendo feitas na Rua Henrique Martins foram originadas por iniciativa da própria comunidade e fazem parte do projeto que está regulamentado pela Portaria 043/2009. De forma geral, esse projeto pode ser adotado em bairros predominantemente residenciais, que tenham, em suas vias locais, um grande fluxo de veículos fugindo do sistema viário principal, com velocidades incompatíveis com a malha viária e a dinâmica local. Após estudar as solicitações dos moradores, a CET pode autorizar a elaboração de projetos para aumentar a segurança viária, principalmente dos pedestres. Neste caso, foram autorizados avanços de calçada e/ou estreitamentos de via. Segundo a legislação, as despesas com a adoção das medidas são arcadas pelo próprio requerente.

A leitora comenta: Volto a salientar que esses "avanços de calçadas" estão dificultando o tráfego de veículos, podendo até causar acidentes. Esse tipo de aprovação por parte de órgãos públicos me leva a crer que eles não estão preocupados em beneficiar a população, mas uma comunidade local.

PÓS-VENDA GVT

Péssimo atendimento

Em 20/12 liguei na central de atendimento da GVT para solucionar problemas na banda larga. Fiquei mais de 30 minutos no telefone e não fui atendido. Desliguei, liguei novamente e, estrategicamente, acionei a opção de compra de novos combos. Surpresa: em poucos segundos fui atendido! Perguntei para a atendente se só a venda de planos e serviços estava funcionando e ela disse que iria transferir a ligação. Mais 15 minutos de espera sem ser atendido. Desisti. Respeito ao consumidor? Para quê? Nem mesmo telefone de ouvidoria eles têm. Se quiser reclamar, envie e-mail e aguarde. É assim que funciona depois que conseguem fisgar o cliente.

JATIACY FRANCISCO DA SILVA

/ GUARULHOS

A GVT diz que entrou em contato com o leitor e, após visita de equipe técnica, constatou que os serviços de banda larga estão funcionando plenamente.

O leitor informa: A equipe técnica da GVT não esteve em casa, apenas me ligou. Encontrei uma solução (sou analista de sistemas) e a internet voltou a funcionar. Se depender da operadora, o problema não vai ser resolvido nunca!

TAM FIDELIDADE

Pontuação não foi creditada

Em setembro/outubro de 2012 meu marido fez uma viagem ao Japão pela United Airlines, empresa parceira da TAM, da qual ele é fidelizado Multiplus. Incluímos o número do programa TAM Fidelidade e Multiplus nas reservas e no check-in. Durante a viagem, ele fez diversos upgrades pagos para a classe executiva. Mesmo assim, os créditos das milhagens no Multiplus/TAM foram feitos pela tarifa econômica. Apesar de ter faltado a milhagem dos upgrades, reclamo principalmente a falta do crédito das milhas do primeiro trecho, realizado em 18/9. Mandei mensagem para o Fale com o Presidente e deram o prazo de resposta de 30 dias a partir de 28/10. Já estamos em 2013 e nada da resposta!

MOARA STAEBLEIN / SÃO PAULO

O Multiplus informa que assuntos relacionados a pontos de voo devem ser tratados com a TAM.

A TAM, por meio do Fale com o Presidente, diz que entrou em contato com o marido da leitora para esclarecer que, quando a viagem é realizada por uma companhia aérea parceira, depende da análise desta empresa para que sejam inseridos os pontos correspondentes no programa TAM Fidelidade, uma vez que não há um sistema de compartilhamento destas informações. Em situações em que é necessário solicitar outra análise, a empresa parceira possui o prazo de 30 dias para enviar o posicionamento a respeito. Assim, a TAM esclarece que um novo pedido de análise de pontos foi enviado à companhia aérea parceira em 9/1. A companhia conta com a compreensão do leitor com relação à necessidade de aguardar este retorno.

A leitora informa: Continuamos à espera do ressarcimento dos pontos.

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