Autoescola é acusada de falsificar impressões digitais de alunos para vender CNH

Segundo a polícia, o proprietário da escola, Manoel Tobias de Menezes, de 55 anos, cobrava até R$ 4 mil para que o candidato pudesse faltar às aulas, sem comprometer a emissão da habilitação

O Estado de S.Paulo,

31 Agosto 2012 | 06h00

SÃO PAULO - O dono de uma autoescola localizada na zona sul de São Paulo é acusado de usar moldes de silicone para fraudar impressões digitais de alunos durante o processo de emissão de Carteira Nacional de Habilitação. 

Segundo a polícia, o proprietário da escola, Manoel Tobias de Menezes, de 55 anos, cobrava até R$ 4 mil para que o candidato pudesse faltar às aulas, sem comprometer a emissão da CNH.

Uma vistoria feita pela Corregedoria Geral da Administração na autoescola Silva Bueno, no Ipiranga, encontrou diversas irregularidades. De acordo com a delegada Ancilla Vêga, o comerciante "utilizava nove moldes de silicone para se passar pelo candidato nas aulas teóricas". 

Manoel Tobias de Menezes e três funcionários da autoescola foram encaminhados à delegacia. 

A polícia apura há quanto tempo o golpe era aplicado e também irá investigar quantos clientes compraram a CNH. 

As informações são da Rádio CBN.

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