Atual governo diz que número de policiais é necessário

A alegação é de que eles são mobilizados para enfrentar catástrofes, como as enchentes em São Luís do Paraitinga

Marcelo Godoy, O Estado de S.Paulo

13 Dezembro 2010 | 00h00

A Casa Militar teve seu efetivo dimensionado de acordo com as necessidades, principalmente da Defesa Civil. Essa é a principal justificativa do governo do Estado para o número atual de homens no órgão.

"Nos últimos anos, o Estado sofreu as maiores enchentes da sua história, mobilizando grande efetivo para atender a população, especialmente nas áreas do Jardim Romano (zona leste da capital) e no município de São Luís do Paraitinga, no Vale do Paraíba", informou a nota oficial do governo. Ela foi uma resposta às críticas feitas pelo ex-governador Cláudio Lembo (DEM) ao aumento do número de policiais de serviço na CM ocorrido durante o mandato de seu sucessor, José Serra (PSDB).

Segundo a nota, os policiais também cuidam da segurança dos 2 mil funcionários e do patrimônio artístico e cultural na sede do governo, o Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, zona sul de São Paulo. O senador eleito Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), ex-secretário-chefe da Casa Civil durante a gestão Serra, disse que é o comandante da CM quem determina quantos homens são necessário para o trabalho e não o governador.

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