Atrações radicais da Virada Esportiva vencem chuva

Atrações radicais da Virada Esportiva vencem chuva

Público vibrou com escalada em edifício da Avenida Paulista; no Vale do Anhagabaú, rapel e tirolesa atraíram curiosos

Jerusa Rodrigues e Paula Felix, O Estado de S. Paulo

20 Setembro 2014 | 18h28

SÃO PAULO - Apesar da chuva constante, as atrações radicais da oitava edição da Virada Esportiva, como rapel e tirolesa, fizeram o público esquecer o mau tempo neste sábado, 20. Visitantes também vibraram com uma escalada na Avenida Paulista, feita no prédio da Faculdade Cásper Líbero e da TV Gazeta, na região central da capital.

Curador técnico da escalada, Adérito Costa conta que a competição foi organizada desde janeiro e incluiu reforma na fachada do edifício. “Foi ótimo, um encontro empolgante. Mesmo com a chuva, conseguiu segurar o público”, afirmou.

Dez profissionais da área tentaram escalar o prédio, de 19 metros de altura, no menor tempo possível. As manobras feitas na subida também contavam pontos para os competidores. O vencedor foi o gaúcho Dioni Capelari, de 25 anos, que participou pela primeira vez do desafio na Virada.


O casal Ana Paula Alves, de 37 anos, e Fernando Oliveira, de 35, veio de São José dos Campos, no interior, para passear. A dentista e o publicitário aproveitaram para conhecer a iniciativa. “Aqui é um cartão-postal da cidade, mas as pessoas estão sempre na correria e não conseguem aproveitar”, disse Ana Paula. Oliveira ainda elogiou a atividade. "É importante integrar o esporte à cidade", disse.

No Vale do Anhagabaú, também no centro, os esportes radicais agradaram. “É a primeira vez que faço rapel. Fiz pela adrenalina e foi uma experiência maravilhosa”, afirmou o torneiro mecânico Ramon Rocha, de 29 anos, que mora na Cidade Tiradentes, zona leste.

Nublado. Na abertura do evento, na manhã deste sábado, 20, a Prefeitura atribuiu o público pequeno à chuva. A cerimônia ocorreu no Clube Tietê, na zona norte, que segue aberto à população a partir desta segunda-feira, 22.

Os organizadores da Virada negaram falta de divulgação, mas muitas pessoas no local não sabiam da programação, que tem 36 horas e vai até hoje à tarde. “Gostei do evento, mas não sabia que ia ter”, contou Enoque Souza, de 23 anos.

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