Atendimento precário

HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL

O Estado de S.Paulo

11 Julho 2012 | 03h01

No dia 25 de junho fui ao pronto-socorro do Hospital do Servidor Público Estadual. Cheguei por volta das 13 horas e o hospital estava lotado. Havia pessoas aguardando atendimento desde as 9h30! Fiquei esperando até as 15 horas e nada. Um funcionário apenas disse que havia muitos pacientes e poucos médicos. Consegui ser atendida às 17 horas! Fora isso, chamava atenção as péssimas condições de higiene do hospital. No corredor havia uma quantidade enorme de moscas e, no banheiro feminino, tinha sangue dentro de um dos boxes, nas paredes e no chão. O que aconteceu comigo acontece com várias outras pessoas Brasil afora. E quem não tem a sorte de ser atendido?

ADRIANA BERTELLI GUIMARÃES / SÃO PAULO

O Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) informa que o atendimento no pronto-socorro (PS) obedece a critérios de classificação de risco definidos pelo Ministério da Saúde e que a ordem de atendimento varia conforme a gravidade clínica do paciente. Esclarece que o quadro de pessoal é compatível com as necessidades de atendimento, embora seja fato que, no dia citado, a média de pacientes no PS tenha sido 18% superior ao normal. Diz que equipes de limpeza trabalham ininterruptamente nas dependências do PS e, mensalmente, uma empresa especializada dedetiza todo o complexo hospitalar.

A leitora relata: No dia 2 de julho meu marido foi buscar meu raio X, mas não conseguiu por causa da burocracia. Disseram que eu teria de passar em consulta novamente! Segundo ele, o PS estava igual ou pior do que o dia em que estivemos lá. Creio que nada foi feito em relação ao atendimento.

IBIÚNA

Estrada ainda sem asfalto

Passados quatro anos, voltei a transitar de automóvel pela Rodovia Bunjiro Nakao, sentido Ibiúna. No quilômetro 59,5, ao entrar na estrada dos Venâncios, deparei-me com uma situação degradada e pior do que a que havia visto em 2008. O trecho sob jurisdição de Ibiúna continua sendo de terra, totalmente esburacado e desnivelado (o trecho sob jurisdição de São Roque é asfaltado). O mato alto continua a ocupar os dois lados da suposta estrada, tornando-a perigosa para todos os transeuntes. Segundo os moradores, esse trecho abandonado da estrada consta como asfaltado nos registros da Prefeitura de Ibiúna! Até quando vamos conviver com esse descaso? Com as eleições se aproximando, é bem provável que o asfalto surja e o mato seja substituído por um bom acostamento.

DIVA LUISA DE LUCA / SÃO PAULO

A prefeitura da Estância Turística de Ibiúna informa que a estrada dos Venâncios está na programação de atendimento da equipe de Governo/Obras para ser asfaltada. A equipe esteve no local, constatou o problema e enviará, emergencialmente, a máquina para realizar os reparos.

A leitora comenta: A resposta é vaga e demonstra ineficiência. A prefeitura de Ibiúna aguardou uma reclamação, via mídia, para enviar a máquina para efetuar, "emergencialmente", os reparos. Conheço a estrada dos Venâncios desde 2002. Quando a estrada será asfaltada? Quando o mato será retirado? Quando se tornará segura para pedestres e veículos? Em 2050? Que plano de obras é esse?

JARDIM SELMA

Demora para instalar placa

Já fiz vários pedidos para a CET colocar uma placa proibindo o estacionamento de veículos na rua onde moro, que é muito estreita. Já entrei em contato com o SAC, a Ouvidoria da Prefeitura e a Ouvidoria/ombudsman da companhia, mas não consigo nem mesmo um prazo para realização do serviço. A CET diz que já elaborou projeto para a instalação da placa, mas já se passou quase um ano e nada foi feito até o momento.

SILVIO DA SILVA ARAUJO

/ SÃO PAULO

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informa que já elaborou o projeto de sinalização que prevê a proibição de estacionamento na Rua Aleixo Garcez da Cunha. O projeto será executado de acordo com o cronograma da empresa. Ressalta que recebe diariamente uma série de pedidos de sinalização viária por parte da população e que todos os pedidos são cadastrados, analisados e encaminhados ao departamento responsável para análise.

O leitor reclama: A CET não informa o cronograma para a execução do projeto. Como empresa pública, deveria ser mais transparente com os contribuintes que a mantêm e informar em seu site todos os projetos que estão em andamento. Por que o cidadão não pode saber o que a CET está fazendo?

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