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Até grávida é presa com cordas no RN

Caso ocorreu na Delegacia de Polícia de Macau, a 180 km de Natal

Anna Ruth, Especial para o Estado / NATAL, O Estado de S.Paulo

12 Março 2014 | 02h03

No Rio Grande do Norte, o cenário dramático das delegacias superlotadas chegou a ponto de os presos serem amarrados com cordas e mantidos nos corredores. Na Delegacia de Polícia de Macau, a 180 km da capital, oito homens e três mulheres - uma grávida e outra lactante - estão nessas condições.

De acordo com denúncia do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), os presos estão amarrados por falta de algemas. A situação pode se complicar ainda mais porque a direção do Sinpol ameaça pedir a retirada de todos os agentes da Polícia Civil caso a Delegacia-Geral não adote providências. No distrito de Macau há 30 presos.

A vice-presidente do Sinpol, Renata Pimenta, definiu como "degradante" a prisão. O temor dos policiais civis é de fuga em massa dos detidos, já que estão presos por cordas, assim como a superlotação, que torna a segurança mais vulnerável.

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