''As nacionais não se apegam, são mecânicas''

Mãe brasileira aponta motivos para contratar babá "importada":

Paulo Sampaio, O Estado de S.Paulo

27 Março 2011 | 00h00

1. Como não tem casa em São Paulo, ela dorme na dos patrões. Isso significa que pode, também, ficar acordada caso o bebê caia no berreiro. "As "nacionais" não se apegam, são mecânicas, fazem o serviço pensando em ir embora", diz a dona de casa Vera, de 39 anos.

2. A paraguaia é menos "roubável" (por outras mães). "Tenho amigas tão desesperadas que não mandam mais o filho com a babá para a pracinha, nem para o clube, com medo que façam alguma proposta melhor de trabalho. O passa-passa de números de celulares, mesmo entre babás, é incrível. As paraguaias não têm essa malícia. Até porque são estrangeiras, não querem encrenca", diz a fonoaudióloga Lúcia, de 38 anos.

3. Por trabalharem também nos fins de semana, as paraguaias evitam para as mães o transtorno de pedir a chamada "folguista" (que rende a "residente"). "É sempre chato ter uma estranha em casa. E elas cobram R$ 100 por dia", diz Lúcia.

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