Artista tem carinho por espaço no Ibirapuera

Uma das mais importantes artistas plásticas contemporâneas - e, aos 98 anos, ainda na ativa -, Tomie Ohtake é apaixonada por São Paulo. Mas qual o lugar favorito na cidade que ela, nascida no Japão, adotou aos 21 anos?

O Estado de S.Paulo

10 de fevereiro de 2012 | 03h02

"Dizer que eu gosto do Instituto Tomie Ohtake (centro cultural projetado por seu filho, o arquiteto Ruy Ohtake, e inaugurado em 2001) não vale porque leva o meu nome. E do Ibirapuera é óbvio, mas eu gosto de suas edificações e atividades - a Bienal, o Museu Afro -, e gosto particularmente do Auditório Ibirapuera (projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer)."

Tomie afirma que pinta "todos os dias". E completa: "Eu gosto mesmo é de ficar na minha casa, onde trabalho, leio, recebo os amigos, almoço no domingo com a família"./ EDISON VEIGA

Auditório Ibirapuera: concebido em 1950, o espaço só foi construído entre 2002 e 2005

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