Ar seco dá uma trégua e umidade do ar em SP vai a 32%

Previsão é de que tempo seco continue até o fim de semana, quando chega uma frente fria

da Redação, estadao.com.br

21 de maio de 2008 | 16h33

A queda da umidade relativa do ar nos últimos dois dias foi sentida rapidamente pelos paulistanos, mas nesta quarta-feira, 21, começou a dar uma trégua. Segundo registro do Instituto de Metereologia (Inmet), a umidade subiu de 27% a 32% nesta quarta. O índice de terça-feira é igual ao verificado em 5 de março, o mais baixo deste ano.   A falta de chuvas interfere não somente na queda da umidade, mas também dificulta a dispersão dos poluentes. Segundo o meteorologista da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) Ricardo Anázia, na terça-feira, a qualidade do ar na região metropolitana de São Paulo foi considerada regular.   A inversão térmica, mais intensa no outono e no inverno, é outro agravante para a dispersão dos poluentes. O fenômeno é explicado como se fosse uma tampa de ar quente que segura as substâncias que poluem o ar mais perto do solo.   Doenças respiratórias são comuns nesse período. Os sintomas são tosse, nariz escorrendo e dificuldade para respirar. Os mais afetados são crianças e idosos. Para aumentar a umidade é aconselhável distribuir bacias de água ou toalhas molhadas pela casa.

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