''Aqui tem do muito ruim ao muito bom''

António Cluny, procurador da República português, na 3ª visita a SP

Nataly Costa,

03 de outubro de 2010 | 00h11

Na capital durante uma semana a convite do Rotary Club de São Paulo, o procurador da República António Cluny participou de uma série de conferências para estudantes, advogados e magistrados do Ministério Público sobre o assunto de sua especialidade: a Justiça e os Direitos Fundamentais. É a terceira vez que vem à metrópole - também já esteve no Norte do País em missão da Organização das Nações Unidas (ONU) com apoio de entidades brasileiras.

Leis do País. "Vejo muito esforço por parte dos movimentos sociais no sentido de tentar dar garantia aos direitos fundamentais no Brasil. Há instrumentos jurídicos para que esses direitos sejam exercidos. Mas nem sempre os cidadãos se sentem aptos a reclamá-los."

Aberrações. "Já vi casos bastante complexos de violação dos direitos humanos aqui. A situação dos presídios, o assassinato da missionária Dorothy Stang - nada muito lisonjeiro para as instituições brasileiras."

Cultura. "Aqui encontra-se do muito ruim ao muito bom. O Museu da Língua Portuguesa é das coisas mais bem pensadas que já vi. As livrarias têm obras do mundo inteiro e muito bem traduzidas. Também gostei de ver um show da Alcione - uma senhora antiga que ainda tem uma bela voz."

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