'Aqui deveria haver exposições, saraus...'

O fundador do Museu Memória do Jaçanã, Sylvio Bittencourt, de 81 anos, cultiva a história de um dos bairros mais emblemáticos da capital paulista, na zona norte, há 29 anos - em um modesto espaço na Rua São Luís Gonzaga, 156.

O Estado de S.Paulo

28 de setembro de 2012 | 03h03

Presidente de associação que leva o nome do museu, seu Sylvio não titubeia ao eleger o pedacinho da cidade que mais ama: a Praça Memória do Jaçanã, na Vila Nilo, no distrito eternizado pela música Trem das Onze, de Adoniran Barbosa (1910-1982). "Fui eu quem deu o nome. Deveria ser usada para lançamento de livros, exposições, saraus..."

Ele defende a construção de uma área coberta ali - para a realização dos eventos - e a existência, em cada bairro de periferia, de uma instituição de preservação da memória local. / CAMILA BRUNELLI

História: Praça Memória do Jaçanã, perto da Avenida Antonio César Neto, foi batizada por fundador de museu

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