Apuração sobre conta está na mesa de procurador

A apuração sobre o desvio da verba de operações sigilosas está nas mesas da assessoria da Procuradoria Geral de Justiça desde junho de 2009. Até agora não foi aberto nem mesmo inquérito para apurar o suposto peculato praticado por funcionários do gabinete da secretaria durante as gestões de Saulo Abreu e Ronaldo Marzagão, quando mais de R$ 3 milhões teriam sido desviados de sua finalidade.

Marcelo Godoy, O Estado de S.Paulo

26 Setembro 2010 | 00h00

Parte do dinheiro teria sido usada para pagar contas particulares dos chefes de gabinete da secretaria, segundo documentos revelados por Carlos Jorge Santana, funcionário da secretaria. Tudo foi enviado ao procurador-geral Fernando Grella Vieira, que o passou à sua assessoria jurídica. Esta concluiu a apuração em março pela inexistência de crime ou improbidade praticados pelos ex-secretários. O Estado apurou que o caso não havia voltado até a semana passada à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público. Parte das acusações de improbidade pode prescrever neste ano. No Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), não havia informação de inquérito policial sobre o caso.

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