Aposentadoria demorada

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO

O Estado de S.Paulo

07 Julho 2012 | 03h02

Sou professora da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo e já cumpri os requisitos estabelecidos para a aposentadoria. Em janeiro entrei com o pedido de liquidação de tempo de serviço na Diretoria Regional de Ensino Sul 3 e, conforme informações obtidas por mim com muito esforço - porque ninguém informa nada a ninguém e só pedem para aguardar -, a certidão sairá, com sorte, em oito meses. Depois o pedido seguirá para o Departamento de Recursos Humanos (DHRU), onde ficará mais alguns meses e, depois, para a São Paulo Previdência (SPPrev). Se houver qualquer erro, os papéis voltam para a escola e para o começo da fila para reiniciar todo o processo. Resumindo, trabalharei de um a dois anos (se tiver sorte) de graça para o Estado. Estamos numa terra de ninguém. Não há prazos ou respostas nem a quem recorrer. Que aposentadoria especial do magistério é essa?

MARIA CACILDA SCHEFFER / SÃO PAULO

A Diretoria Regional de Ensino Sul 3 informa que o processo da professora Maria Cacilda Scheffer foi enviado em 5/7 para a Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos (CGRH) para análise e demais providências necessárias para a aposentadoria. Enquanto o processo está em andamento, a servidora recebe os vencimentos regularmente.

A leitora reclama: Somente agora o processo seguiu para a CGRH, onde ficará mais quantos meses? Na SPPrev ficará mais quanto tempo? Porque na diretoria de ensino ficou desde 18 de janeiro. E, pelo jeito, o processo só saiu da primeira instância por causa da intervenção da Coluna.

SEGURANÇA

Retirada de guaritas

Há algumas semanas, a Subprefeitura Pinheiros exigiu a retirada das guaritas da minha rua sem analisar se haveria benefícios ou não. Após a retirada, já houve tentativa de arrombamento de uma das casas da rua e os dois vigias estão expostos ao frio e às chuvas, além de terem perdido um espaço de extrema importância para seu trabalho - na guarita guardavam seus pertences, alimentação e água. Tudo na cidade é feito sem planejamento.

IRA KUTNEY / SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros informa que a instalação de guarita depende de autorização, por intermédio de Termo de Permissão de Uso, expedido se o termo estiver em conformidade com os Decretos 23.405 e 23.516, pois se trata de ocupação de espaço público.

A leitora reclama: Se a lei é para todos, então a Prefeitura tem de providenciar a retirada de todas as guaritas instaladas na cidade, o que não está ocorrendo! O processo de autorização para a instalação de guaritas é uma forma de receber mais IPTU. Já que a administração não oferece segurança à população, o mínimo que poderia fazer é dar a autorização sem cobrar imposto extra. A preocupação não é a segurança do contribuinte, é a arrecadação.

TELEFÔNICA/VIVO - 1

Cobranças indevidas

Temos sete linhas da Telefônica/Vivo que estavam compartilhadas e tínhamos um plano de 1.400 minutos. Como o valor estava muito alto, em setembro pedimos o cancelamento do plano e o descompartilhamento das linhas. O problema é que, mesmo com a migração de plano, continua vindo a cobrança do plano antigo, o que dá um valor adicional indevido de R$ 585,95. Todo mês é o mesmo calvário e perdemos horas para conseguir a revisão da conta. Prometem uma solução definitiva, mas nada acontece.

HEITOR VITOR FRALINO SICA / SÃO PAULO

A Telefônica/Vivo informa que fez as migrações das linhas citadas para o plano desejado.

O leitor comenta: Somente após a intervenção da Coluna, a Telefônica/Vivo parece que resolveu um problema que já durava seis meses!

TELEFÔNICA/VIVO - 2

Coleção de protocolos

Tenho registrado, nos últimos anos, pelo menos meia centena de protocolos de reclamações na Telefônica/Vivo e na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre os maus serviços prestados. Mas ninguém se presta a atender aos interesses do consumidor. Com a passagem da Telefônica para a Vivo, pelo andar da carruagem, continua tudo morto. E com a mesma falta de seriedade da Anatel, que teria a função de fiscalizar a prestação de serviço dessas concessionárias, mas continua parecendo apenas e tão somente um cabide de emprego.

ORIVALDO T. DE VASCONCELOS / MONTE ALTO

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