Aposentado tem renda extra como corretor funerário

Aos 73 anos, João Batista prefere dizer que é aposentado. Mas a maior parte da renda na casa do ex-vendedor não é da aposentadoria que recebe, mas dos "terrenos" que vende como corretor. "O dinheiro da aposentadoria é curto e precisei continuar na ativa", diz. Por meio de conhecidos, Batista começou a vender jazigos em cemitérios particulares da cidade e hoje, apesar de não gostar da definição, é "corretor funerário".

, O Estado de S.Paulo

25 de julho de 2010 | 00h00

Com a experiência de sete anos no setor, Batista afirma que a localização dos terrenos no cemitério é fundamental. "Quanto mais próximo de algum famoso ou da área do velório, mais nobre é o jazigo e maior a procura", diz. Batista não revela quanto ganha. "Não seria ético."

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