WERTHER SANTANA/ESTADÃO
WERTHER SANTANA/ESTADÃO

Após sufoco no ano passado, Tom Maior fala sobre a adrenalina

Grávida de 7 meses foi o destaque do abre-alas; fantasias incompletas, no entanto, podem fazer a escola perder pontos

Fabiana Cambricoli; Felipe Resk; Mônica Reolom e Paula Félix, O Estado de S. Paulo

14 Fevereiro 2015 | 03h36

SÃO PAULO - A Tom Maior busca a superação com o tema do carnaval deste ano, já que, no ano passado, o carro abre-alas quebrou ainda na concentração. A primeira alegoria, “Explosão de adrenalina”, não teve problemas e a escola seguiu pela avenida abarcando as emoções humanas e a racionalidade. No fim, uma ala foi dedicada à expectativa de ganhar nota 10 em todos os quesitos.

A escola teve problemas técnicos, no entanto, com os chapéus que compuseram as fantasias. Na ala das bailarinas, que dançavam na ponta dos pés, uma das componentes perdeu o acessório e teve de interromper o desfile por alguns segundos para recolocá-lo. No segundo carro alegórico, um dos destaques também deixou o chapéu cair e, por estar em estrutura suspensa da alegoria, não conseguiu recuperar a peça. Fantasias incompletas podem fazer a escola perder pontos.

O público se empolgou no início com a destaque do abre-alas Fabiana Vilela, grávida de sete meses. Ela tomava água de vez em quando mas sambou o tempo inteiro, de salto alto e fantasia pesada nas costas. A escola também apresentou fantasias inusitadas como as de Freddy Krueger e de baratas, que acompanhavam o carro que tratava de histórias de terror. Lembrando a adrenalina dos esportes, a Tom Maior também reproduziu em seu quarto carro alegórico uma pista de skate e um octógono de MMA.

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