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Após sete anos, Prefeitura inicia obras de hospital

Com 255 leitos, 30 de UTI, a futura unidade é uma reivindicação antiga dos moradores de Parelheiros, no extremo sul da capital

Adriana Ferraz, O Estado de S. Paulo

25 Fevereiro 2015 | 03h00

SÃO PAULO - Depois de sete anos sem abrir um novo hospital, a Prefeitura de São Paulo dará início no sábado às obras do Hospital Municipal de Parelheiros, no extremo sul. Com 255 leitos, 30 de unidade de terapia intensiva (UTI), a futura unidade é uma reivindicação antiga dos moradores da região, que fica a 50 quilômetros do centro. A última unidade inaugurada pela administração municipal foi o Hospital do M’Boi Mirim, em 2008.

Com conclusão prevista para o fim de 2016, a obra ajudará a desafogar o atendimento médico na zona sul. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a região tem a menor oferta de leitos públicos da capital, com 0,7 por mil habitantes, quando o Ministério da Saúde preconiza de 2 a 3 leitos para cada grupo de mil habitantes. Para quem mora em Parelheiros, por exemplo, o hospital mais próximo é o do Grajaú, que pertence à rede estadual e fica a cerca de uma hora de distância de ônibus.

A expectativa da Prefeitura é de que mais de 200 mil pessoas sejam beneficiadas com a unidade, que terá pronto-socorro, maternidade e centro de especialidades. Ao todo, serão 31 mil m² entre as Ruas Euzébio Goghi e Cacual, ao custo de R$ 145,6 milhões, pagos pela Caixa Econômica Federal.

A gestão Fernando Haddad (PT) ainda se comprometeu, em seu Plano de Metas, a construir mais dois hospitais: na Brasilândia (zona norte) e na Vila Matilde (zona leste). A unidade da zona norte está em processo final de licitação e deverá ser iniciada até o fim do semestre. A da zona leste ainda não teve o projeto executivo finalizado. A gestão ainda promete entregar, até o fim do ano, a reforma do Hospital Santa Marina, comprado em 2013, no Jabaquara, zona sul.

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