Após recorde de calor, São Paulo fica em estado de atenção por mais de uma hora

Alagamentos e queda de árvores atrapalham o trânsito; houve queda de granizo na região da Faria Lima

estadão.com.br, atualizado às 18h51

07 de fevereiro de 2012 | 17h25

SÃO PAULO - Uma intensa chuva provocada por uma brisa marítima não esperada deixou São Paulo em estado de atenção por cerca de uma hora na tarde desta terça-feira, 7, logo depois de a capital paulista registrar a maior temperatura de verão dos últimos quatro anos.

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), as zonas norte, oeste, sudeste, o centro e as marginais do Tietê e Pinheiros ficaram em alerta entre 17h10 e 18h30.

A área de instabilidade criada perdeu força e deixou apenas chuva fraca em alguns pontos da zona norte e variação de nebulosidade no restante da cidade. As nuvens se deslocaram em direção a Mairiporã e Guarulhos, na Grande São Paulo.

Conforme informação dos moradores, foi observada queda de granizo entre a Avenida Brigadeiro Faria Lima e a Rua dos Pinheiros por volta das 17h15. A região da Vila Mariana teve o maior índice pluviométrico, com 32,1mm de água. No bairro do Limão e área do Rio Tietê a taxa foi de 28,8mm.

Trânsito afetado. Por causa da precipitação, a cidade chegou a registrar 16 pontos de alagamento, sendo cinco dos quais eram intransitáveis: Avenida 23 de Maio, perto do Viaduto General Marcondes Salgado, sentido aeroporto; Rua Turiassu, sentido centro, próximo à Praça Marrey Júnior; Avenida Eusébio Matoso, na região da ponte, em direção ao bairro; Avenida Olavo Fontoura na altura do 1.200; e Avenida Antônio Munhoz Bonilha, na região da Nossa Senhora do Ó.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrou a queda de pelo menos 10 árvores na capital por causa da chuva. Entre os locais como trânsito prejudicado por causa da queda de árvores estão a Rua Pelotas, na altura do número 548; Rua Sena Madureira, com o Largo Senador Raul Cardoso e Rua Eça de Queiróz.

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