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Após quase 30 horas, termina rebelião em presídio de Taubaté

Motim começou na quarta-feira, quando foram feitos 14 reféns; unidade tem duas vezes mais presos do que a capacidade

José Maria Tomazela, O Estado de S. Paulo

09 Agosto 2018 | 19h53
Atualizado 10 Agosto 2018 | 13h20

SOROCABA - A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou que os últimos seis reféns - dois agentes de segurança penitenciária e quatro religiosos - foram liberados pelos presos rebelados no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Taubaté, por volta das 20 horas desta quinta-feira, 9. Com isso, a SAP considerou encerrada a rebelião iniciada às 15 horas de quarta.

Na tarde de quarta, quando a revolta dos presos começou, eles fizeram 14 reféns, mas acabaram liberando a maioria durante as negociações com a administração da unidade. Continuavam nesta quinta como reféns quatro religiosos que prestam assistência aos detentos e dois agentes penitenciários.

De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), não há feridos. Conforme familiares de detentos, os amotinados querem melhorias nas condições do CDP. A unidade está superlotada, com 1.521 presos, quase o dobro da capacidade, de 844 detentos.

 

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