Após noite violenta, motoristas de 3 de linhas de ônibus param em SP

Parte dos trabalhadores não trabalham em solidariedade a colega morto; 22 veículos extras foram acionados pela SPTrans

estadão.com.br,

22 de maio de 2012 | 08h11

Em solidariedade a um motorista assassinado ontem durante assalto em São Paulo, os trabalhadores das linhas de ônibus Vila Zilda-Metrô Santana e Cemitério Parque dos Pinheiros-Mandaqui, na zona norte de São Paulo, paralisaram as atividades nesta manhã. 

De acordo com a SPTrans, a paralisação em respeito ao velório e ao enterro é praxe na categoria e não há perspectiva para a volta ao trabalho.

Na noite desta segunda-feira, 21, o motorista Marcelo Barbosa da Silva, de 31 anos, e o cobrador Adaílson Alves da Silva, 43, foram baleados, por volta das 21h30 de segunda-feira, 21, durante um assalto a um ônibus da Viação Sambaíba, na região do Tremembé, zona norte da capital paulista.

Também por causa de um ato de violência, o incêndio de um coletivo em Taboão da Serra na madrugada desta terça-feira, 22, os motoristas da linha 822 cruzaram os braços nesta manhã.

Paese. De acordo com a SPTrans, para suprir a demanda nas três linhas paralisadas, foram 22 coletivos do Plano de Apoio Entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência (Paese) foram colocados em operação nas três linhas.

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