Após duas análises, TJ não encontrou motivo para escolta

Dois processos administrativos encerrados pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) em 2009 e em 2011, a que o Estado teve acesso, concluíram que não havia "nenhum fato digno de registro com relação a ameaça" contra Patrícia Acioli. 

, O Estado de S.Paulo

23 de agosto de 2011 | 00h00

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Segundo o desembargador Luiz Zveiter, presidente do TJ-RJ entre fevereiro de 2009 e janeiro de 2011, Patrícia enviou relatórios sobre as ameaças, mas não solicitou escolta e não se manifestou após a decisão da instituição. "Todas as informações foram apuradas e verificou-se que nenhuma delas tinha fundamento. Não havia necessidade de conceder ou reforçar a segurança."

"Ela não está morta?", rebateu o advogado da família de Patrícia, Técio Lins e Silva. "Ela corria riscos. Se uma pessoa diz que foi ameaçada, o Estado tem obrigação de garantir sua segurança. Não é necessário pedir."

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